Bem vindo(a) ao nosso ministério!

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Willy Santos é casado com Rosangela Apolônio e exerce o co-pastorado na Assembléia de Deus - Min. do Belém - Congregação Nova Grajaú - setor 06.

É colaborador financeiro e voluntário da MISSÃO INTERNACIONAL PORTAS ABERTAS - registro nº 281487 - www. portasabertas.org.br -  Fone: 5181 3330 / fax: 5181 7525   e-mail relacionamento@portasabertas.org.br

 

Membro da CAPELANIA HOSPITALAR EVANGÉLICA DA CGADB - Registro nº 1993803 - Fones (11)5514.3866 / 6096.9122, ramal 234 / 228

Reuniões a cada 3º sábado de cada mes às 09:00 hs - Rua do Glicério 164 - Baixada do Glicério / Centro (sede do setor 106)


SEJA COLABORADOR TAMBÉM DESTES TRABALHOS!

 

MINISTÉRIOS

 

JUVENTUDE:

Tem se dedicado a ministrar para jovens e adolescentes, trazendo uma mensagem atualizada, dentro da realidade em que vive nossa juventude , mostrando que o jovem cristão pode fazer a diferença nesste mundo globalizado sem ser alienado e anti-social, mas conservando o hábito da santificação , de uma vida devocional diária e sendo luz do mundo e sal da terra ( Mt. 5.13-14 )

MISSÕES:

Como atuante em Missões Urbana, ministra conscientizado os cristãos que o maior propósito da Igreja na Terra é ganhar almas através do Evangelho genuíno, dando dicas, traçando estratégias e mostrando que essa é a chamada de todo cristão. Conta experiências vividas no campo de atuação, mostrando que o Evangelho rompe toda e qualquer barreira, alcançando os mais duros corações!

SUGESTÃO: realize em sua igreja um culto para os afastados ( Culto do Filho Pródigo ou da Centésima Ovelha ) , distribuindo cartinhas ( temos o modelo à disposição ) e incentive o povo a convidar e trazer conhecidos, parentes e vizinhos para esta reunião. Lembre aos irmãos que a semana que anteceder esta reunião deve ser de jejum e oração por toda a igreja, a fim de que os impecilhos espirituais sejam quebrados.

 

APOLOGÉTICA:

Nesse tempo do fim, vivemos uma proliferação cada vez maior de "novas revelações", "novas unções" ministradas por líderes que são verdadeiros falsos profetas, trazendo todo tipo de aberração travestida de Evangelho. Esclarece, à luz da Bíblia, toda doutrina perniciosa que tem confundido a mente e coração do povo de Deus e também daqueles que ainda não conhecem o verdadeiro Evangelho, como: TEOLOGIA DA PROSPERIDADE , TRIUNFALISMO, DETERMINISMO, CONFISSÃO POSITIVA, CAIR NO ESPÍRITO, REGRESSÃO ESPIRITUAL, UNÇÃO DO RISO, QUEBRA DE MALDIÇÃO, BATALHA ESPIRITUAL, DOUTRINA DA "DIABOLIZAÇÃO" ( EXORCISMO "SHOW" ), ADORAÇÃO EXTRAVAGANTE, ANGEOLATRIA , UNÇÃO DE ÓRGÃO GENITAIS, IDOLATRIA GOSPEL, OBJETOS "UNGIDOS" entre outras, que já estão forçando as portas de nossas igrejas, através da mídia .

Porque Deus condena o HOMOSSEXUALISMO

 

O propagadores da chamada teologia “cristã” gay afirmam que do imenso número de leis do Pentateuco apenas duas vezes há referência ao homossexualismo e que inúmeras outras abominações do Levítico – como comer carne de porco ou o tabu em relação ao esperma ou ao sangue menstrual – foram completamente abandonadas. O que eles ignoram, entretanto, é que se há duas referências ao homossexualismo no Pentateuco (Lv 18:22; 20:13), e ambas são proibitivas e punitivas, já se vê que Deus reprova a prática do homossexualismo, sem necessidade de qualquer outro argumento. Além deste erro, confundir lei moral com lei cerimonial - ou seja, rituais - é um equívoco. Cerimônias foram removidas mediante o sacrifício de Cristo na cruz. Moralidade, não.

A exegese dos teólogos John Ankerberg e John Weldon confirma a posição de outros teólogos evangélicos:
“o que as Escrituras ensinam sobre moral no Antigo Testamento, elas ensinam também no Novo Testamento. Essa uniformidade também prova que esses trechos bíblicos transcendem as supostas limitações culturais. Porque o caráter santo de Deus nunca muda, Sua lei moral nunca muda. Deus é soberano sobre a cultura e não sujeito a ela. Os valores mutáveis da sociedade não mudam a lei moral de Deus, que é válida para toda e qualquer cultura, independentemente de suas crenças.”

Os defensores na teologia “cristã” gay insistem na heresia de que vários personagens da Bíblia tiveram experiências homossexuais. Os mais citados são Davi e Jônatas. Na verdade, quando Davi disse que o amor que sentia por Jônatas ultrapassava o amor de mulheres, ficou claro que este amor não tinha qualquer conotação erótica. Vale destacar o comentário exegético do rabino Henry I. Sobel à revista Ultimato, de setembro/outubro de 1998:

“a palavra hebraica ahavá não significa apenas amor no sentido conjugal/sexual, mas também no sentido paternal (‘Isaque gostava de Esaú’, Gn 25:28), no sentido de amizade (‘Saul afeiçoou-se a Davi’, em I Sm 16:21), no sentido de amor a Deus (‘Amarás o Senhor, teu Deus’, em Dt 6:5) e no sentido de amor ao próximo (‘Amarás o próximo como a ti mesmo’, Lv 19:18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é ahavá. É por razão lingüística - e não por falso pudor - que a maioria das traduções bíblicas cita I Samuel 1:26 assim: ‘Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres’.”

Segundo estudiosos da Bíblia, o amor das mulheres era algo que Davi conhecia muito bem, apesar da poligamia não ser o projeto ideal de Deus. Sua poligamia com Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Agita, Abital, Eglá e seu adultério com Bate-Seba mostram que a maior dificuldade de Davi era a atração pelo sexo oposto (1 Sm 18:27; 25:42,43; 2 Sm 3:2-5; 11:1-27) - e nunca o homossexualismo.


Falando sobre Sodoma e Gomorra, a teologia “cristã” gay afirma que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana) eles não pretendiam manter relações sexuais com eles. Porém, que o verbo que aparece neste contexto é o hebraico yada, que tem vários significados e, segundo, especialistas, aparece mais de 900 vezes no Antigo Testamento, por exemplo: Saber - Gn 15:8; dar-se conta - Gn 3:9; reconhecer - Gn 12:11; conhecer pessoas - Gn 29:5; ser esperto em algo - 1 Re 9:27; ter relações sexuais - Gn 4:1; 19:5; 19:8; Jz 19:22. Na história de Sodoma e Gomorra esse verbo tem conotação sexual (Gn 19:5 - a ameaça dos homens o demonstra claramente), pois a resposta de Ló oferecendo suas duas filhas virgens só tem conotação sexual. Mas eles não queriam as mulheres. Seu desejo era homossexual. Uma das melhores traduções da Bíblia foi feita pelo judeu André Chouraqui e chama-se A Bíblia - No Princípio. A tradução literal em sua Bíblia é: “Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los” (Gn 19:5). E: “Tenho duas filhas que homem algum jamais penetrou” (Gn 19:8). Isso está em completa harmonia com o ensino do Novo Testamento em Judas 7, que confirma que a intenção dos homens de Sodoma era realmente de violação homossexual, assim como o demonstra II Pedro 2:7-10 e I Timóteo 1:8-10 que lista diversas violações da lei colocando os sodomitas lado a lado com os parricidas, matricidas e roubadores de homens.

Além dos argumentos bíblicos e teológicos, John Ankerberg e John Weldon trazem um importante argumento extra-bíblico:

“a tradição judaico-cristã testifica, invariavelmente, o pecado de Sodoma como sendo a homossexualidade. Um comentário rabínico, por exemplo, diz que os sodomitas tinham um acordo entre eles de sodomizar e roubar todos os estranhos. Filo, um judeu de Alexandria (25 a.C. até 45 d.C.), comentou que em Sodoma ‘os homens se acostumaram a ser tratados como mulheres’.”

Os defensores da teologia “cristã” gay tentam neutralizar os escritos do apóstolo Paulo contra o comportamento homossexual, argumentando que as palavras efeminados e sodomitas empregadas em 1 Coríntios 6:9-11 foram mal traduzidas. Eles afirmam que a passagem é mal traduzida ou restrita a certas culturas. Alguns têm afirmado que a palavra grega malakos (traduzida por “efeminados”) se refere somente à fraqueza moral sem qualquer referência específica à homossexualidade, e que arsenokoitai (traduzida por “sodomia”) se refere aos efeminados - e assim, uma vez mais, esses versículos não condenariam as uniões “amorosas” modernas dos homossexuais. Mais uma vez vale a pena citar as refutações de Ankerberg e Weldon:

“Mas malakoi e arsenokoitai têm significados específicos. A primeira significa literalmente ‘macio ao tato’. Na cultura grega, era usada de forma metafórica para homens que assumiam o papel passivo no ato homossexual. O segundo termo, arsenokoitai, também se refere claramente às relações homossexuais - especificamente, à pessoa que assumia o papel ativo no ato homossexual.

“Além disso, todo o trecho de 1 Coríntios 6.9 e seguintes é destacado pela palavra adikoi - ‘os iníquos’. Os termos que se referem à homossexualidade são encontrados em conexão com outros pecados sexuais - fornicadores (pornoi) e adúlteros (moichoi). Em outras palavras, os significados das palavras em si e seus contextos todos argumentam por relevância às práticas homossexuais de hoje. Homossexualidade impenitente, fornicação e adultério, todos excluem pessoas do reino de Deus.”

O movimento gay “cristão” diz que Jesus Cristo nunca falou nenhuma palavra contra os homossexuais. Essa é mais uma tentativa de distorcer as verdades do evangelho. O fato de Jesus nunca ter mencionado especificamente o homossexualismo não significa sua aprovação. Ele também não se pronunciou claramente sobre muitos outros problemas sociais, tais como: seqüestros, abuso sexual, prostituição infantil, tráfico de drogas. Entretanto, a Bíblia apresenta direta e indiretamente os princípios inegociáveis de Deus para a moralidade e dignidade humanas. Na verdade, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade, Jesus reafirmou o ensino vetero-testamentário sobre o casamento heterossexual e monogâmico. Ele excluiu a suposta naturalidade das práticas homossexuais quando incentivou o casamento. Jesus Cristo afirmou em Mt 19:4-6:

“Não tendes lido que o Criador desde o princípio os homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne.

Deus ama a todos os seres humanos, independente de cor, raça, religião, condição social ou opção sexual, porém, não aceita a prática do pecado voluntário nem tão pouco que sua Palavra seja violada deliberadamente. Aqueles que estão na prática do homossexualismo precisam reconhecer que é necessário a busca da libertação em Deus e o abandono das atitudes que ofendem ao Criador. E isto é possível, pois diversas pessoas hoje estão livres dessas algemas que as prendiam, vivendo uma vida que contenta o arquiteto da família!

 

 

 

 

 

 

 

Palavras-chave

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Os mais variados tipos de pregador e seus públicos-alvo

 

 

 

 

 

 

Há quase 20 anos, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores. Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”. Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?” E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

É impressionante como o pregador, nos últimos anos, se transformou em um produto. Há alguns meses, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?” Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão sugeriu, eu não serviria para pregar em uma vigília!

Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro. E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet. Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê. Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”.

Ela tem razão. Ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvo:


Pregador humorista. Diverte muito o seu público-alvo. Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações. Ele é como o famoso humorista do gênero stand-up comedy Chris Rock (que aparece na imagem acima). De vez em quando cita versículos. Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.

Pregador “de vigília”
. Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor... faça-se tudo decentemente e com ordem”. Quando ele vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção. Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29). Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

Pregador
“de congresso”. Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título. Mas o pregador “de congresso” (note: entre aspas) anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”
, mas é mais famoso. Segundo os admiradores dessa modalidade, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”. Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo... Se for preciso, gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais... Exposição bíblica que é bom... quase nada!

Pregador
“de congresso”
agressivo. É aquele que tem as mesmas características do pregador acima, mas com uma “qualidade” a mais. Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente. Suas principais provocações são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”. Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em humilhar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

Pregador popstar. Seu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus. É um tipo de pregador admirado por milhares de pessoas. Já superou o pregador de congresso. É um verdadeiro artista. Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente. Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação. É hábil em fazer o seu público a abrir a carteira. Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo. Eles não se importam com as heresias e modismos dele. Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.

Pregador milagreiro. Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo. Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”.
Cativa e domina o seu público, que, aliás, não está interessado em ouvir uma exposição bíblica. O que mais deseja é ver sinais, como pessoas lançadas ao chão supostamente pelo poder de Deus e fenômenos controversos. Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação. Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.

Pregador contador de histórias. Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina. Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo. Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum...” Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.

Pregador cantante. Indeciso quanto à sua chamada. Costuma cantar dois ou três hinos (hinos?) antes da pregação e outro no meio dela. Ao final, canta mais um. Seu público gosta dessa
“versatilidade”
e comemora: “Esse irmão é uma bênção! Prega e canta”. Na verdade, ele não faz nenhuma das duas coisas bem.

Pregador
“massagista”. É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5). Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro. Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”
, principalmente a financeira. Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar e milagreiro.

Pregador sem graça. É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33). Sua pregação tem bastante conteúdo, mas é como uma espada: comprida e chata (maçante, enfadonha). Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação.

Pregador chamado por Deus (1 Tm 2.7). Prega a Palavra de Deus com verdade. Estuda a Bíblia diariamente. Ora. Jejua. É verdadeiramente espiritual. Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra. Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado.
Seu público que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) sabe que ele é
um profeta de Deus. Esse tipo de pregador está em falta em nossos dias, mas não chama muito a atenção das agências de pregadores. A bem da verdade, estas também sabem que nunca poderão contar com ele...

Qual é a sua modalidade preferida, prezado leitor? Você pertence a qual público? E você, pregador, qual dos perfis apresentados mais lhe agrada?

por Ciro Sanches Zibordi - do Blog do Ciro: http://cirozibordi.blogspot.com